Mari no Rock in Rio (2011)

segunda-feira, 10 de outubro de 2011
Será que ainda vale postar alguma coisa sobre o Rock in Rio? Prometo ser o mais breve possível nesta “resenha”. Vai ser difícil, mas tentarei, de verdade.

Desde quando soube que ia ter Rock in Rio aqui, sempre disse que iria. E meu desejo de ir só aumentava com o tempo e com as especulações das atrações no twitter. Falaram muito sobre Coldplay e Muse tocando no mesmo dia. Meu Deus, que sonho! Então, continuei acompanhado tudo que saía sobre o festival, até que um dia, finalmente, confirmou Coldplay, uma banda que realmente vale o esforço, de juntar dinheiro e fazer uma viagem e talz! Mas, ainda assim, queria mais, queria Muse junto. O tempo passou e a organização teve a ousadia rs [/caradepau de colocar Jay-Z pra tocar no mesmo dia que o Coldplay (desculpa). Daí, minha empolgação e meus planos foram por água a baixo. Coldplay seria o bastante pra mim, mas em um show só deles e com fãs só deles, e não em um festival. Então, Rock in Rio cancelado.

Eis que, de repente, o marido da Beyoncé fez a coisa mais correta na sua vida, cancelou o show dele no festival. E de novo, acendeu em mim a luzinha da esperança. – Irão trazer MUSE! *-* Mas, não. Não dessa vez! A organização divulga que Maroon 5 irá substituí-lo. É, menos mal, digo, MUITO BOM. Conheço a banda desde 2008, gosto das músicas, os caras foram super simpáticos da última vez que vieram pro Brasil, e o Adam Levine é lindo, por que não tentar ir?!*-*

Daí, eu teria que encarar o sold out*. Não comprei ingresso, esperando o Roberto Medina criar o British Day pra mim, e me ferrei! Só que aí, alguns dias depois, olhando minha timeline, vejo um tweet sobre uma promoção do Itaú, que dava direito a dois ingressos, apenas. Fui ver o que era. A promoção era responder uma pergunta do tipo “o que a música causa em você?”. Respondi e ganhei.

Enfim, passagens, companhia, hotel, tudo check! Hora de Rock in Rio

Show

Chegamos no RiR umas 6:40, deu tempo de ir ao banheiro e comprar um lanche no Bob’s  rapidinho, sem filas. Daí, fomos atrás de um lugar bom pra estacionar e ficar até o último show. Aproveitando que a galera estava toda sentada esperando o palco mundo iniciar seus trabalhos com Frejat, conseguimos um bom lugar, haja vista a hora que chegamos e o respeito de não pisar em ninguém sentado no chão.

Começa Frejat. Show empolgante, galera cantando tudo, e eu quase tudo, lógico, contendo minha voz pra mais tarde. Táticas de fã! Termina Frejat, e nós avançamos pra mais perto do palco.

Começa Skank. Não tive como poupar minha voz, que show massa foi aquele? Cantei e pulei mesmo! Termina Skank, e avançamos mais ainda. À medida que os shows iam acabando, abria espaço para galera que estava mais atrás. E eu adorando isso, ainda tinha show do Maná e Maroon 5. Pelos meus cálculos, no show do Coldplay estaria bem próxima a grade.

Começa Maná. Show que apareceu dor em tudo. Dor nos pés e pernas, dor nos ombros e braços, dor no pescoço, e deu sono, muito sono. Apesar de ser uma boa banda e talz, mas só sabia três músicas, duas delas, em versão forró. o.O Enfim, eles tentaram, mas realmente não deu. #sorry Termina Maná, e avançamos mais um bocado.

Começa Maroon 5. Moves like Jagger acordou quem estava dormindo no show anterior e curou as dores que tinham aparecido também. Show pra cima do início ao fim. Uhum…Não é por que acabou com She Will be loved, que o show terminou calminho, foi um final  grandioso. Termina Maroon 5, e lembra do espaço que havia conquistado a cada final de show? Pois é, voltei pra o mesmo lugar que estava. Parece que todo mundo resolveu voltar para seus respectivos lugares. Mesmo assim, era um bom lugar!

Começa Coldplay. A banda teve a ousadia de colocar uma música nova(Hurts Like Heaven) para abrir o show, em um festival. Podia dar errado, não é? Mas que nada, empolgação máxima. Yellow foi uma loucura, todo mundo se dedicava na música, se entregava de verdade. Coisa mais linda foi ver a entrega do público para a banda. Depois veio In My Place, e eu não consegui pegar a borboletinha, voaram todas para o lado oposto que eu estava #mimimi. Em meio aos clássicos, eram tocadas as músicas novas, e delas apenas Paradise sabia cantar do começo ao fim. Que música mais linda!  Vieram Lost e Violet Hill. Ufa, que sonho. Ver a banda ali, tão de perto, fazendo tudo que você via nos vídeos do youtube e DVDs. Ai, ai! Hora do BIS, e eles me voltam com Clocks, simplesmente só olhava aquela banda no palco, não conseguia cantar, admiração total. Every Teardrop Is a Waterfall foi a última música do show, e que show! Impressionante…contagiante…

É isso! Quero agradecer ao Jay-Z pela desistência, e por ter deixado o dia 01 ser o melhor dia do Rock in Rio, segundo minha pessoa.



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